segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Desigualdade de gênero, preconceito, discriminação... questões que envolve nossa consciência como cidadãos

Durante muito tempo as lutas pela igualdade de gênero e também pelo respeito a diversidade têm sido constantes. No entanto as desigualdades e discriminação são ainda persistentes: frequentemente vivenciamos em nossas relações cotidianas, inúmeras práticas preconceituosas discriminação e racismo em relação a alguns grupos da população como as mulheres, os índios e os afrodescendentes...
É preciso respeitar as diferenças! Direitos de mulheres, negros, índios, homossexuais, portadores de deficiência física e mental, idosos, crianças e adolescentes, pobres, ricos, etc.
Todos devem ser respeitados no dia-a-dia. Aprender conviver e ser tolerante com a diversidade é o caminho para o respeito aos direitos humanos. O direito a igualdade não procura eliminar as diferenças existentes, mas sim reconhecê-las e valorizá-las.
As discriminações são produzidas e reproduzidas em todos os espaços da vida social brasileira. A escola infelizmente é um deles.
Aqui na escola em que meu filho estudou e na escola que estuda atualmente, ele sofreu muita discriminação: meu filho é autista, e a escola não queria aceitar ele como aluno, eu conversei com a secretária de educação sobre o assunto. Ela fez uma reunião com os professores dessa escola e após a reunião, decidiu que o meu filho só iria frequentar o recreio, alegando que os professores não sabiam lidar com ele e que ele não tinha condições de ficar em sala de aula.
Depois de muita humilhação, tive que recorrer a justiça! E ganhei a causa: exigir um professor especializado, um professor só para ele e que ele ficasse em sala de aula.
Não basta as leis, mas também a transformação da mentalidade e práticas. Por isso acho importante que as escolas discutam de forma mais aprofundada essas questões e promova cursos para especializar professores.
Acho também que assim como estudamos educação e diversidade, libras na faculdade, deveríamos estudar também sobre autismo e outras deficiências, para sabermos lidar com esses alunos.
Para que a inclusão ocorra, portanto é preciso mais do que a aprovação de uma lei. Deve-se rever as políticas públicas atuais, de modo a garantir aos educadores os conhecimentos, o tempo e a formação necessária para que os alunos não sejam só matriculados, mas também tenham garantido seu direito de aprender.

É necessário dos governantes a boa vontade e conscientização de todos para construir uma humanidade mais compreensiva, que respeite, que tenha afeto e solidariedade.


link: https://www.youtube.com/watch?v=MwdBF80Iqqc

Resumo do filme

Quando Corrine descobre que seus dois filhos gêmeos são autistas, ela fica inconformada a princípio, mas acaba aceitando o veredito. Ela então conta ao marido sobre o fato, e ele lhe diz que não quer lidar com o problema do autismo. Por isso, Corrine o abandona, e passa a criar os meninos sozinha. Ela os coloca numa escola e não informa sobre problema dos meninos. Mas a atitude estranha das crianças faz com que os professores a acusem de maus tratos e, quando Corrine conta a verdade, eles a mandam procurar outra escola. Finalmente, graças ao apoio incondicional da mãe, as crianças conseguem superar as dificuldades impostas pela doença.

fonte: http://gestaoescolar.abril.com.br/formacao/24-respostas-principais-duvidas-inclusao-759360.shtml?page=1


Racismo e homofobia

Sabemos que no mundo há grandes diferenças entre pessoas e que por ignorância cria-se o preconceito que gera muitos desentendimentos, e quem é discriminado sofre muito com isso. Discriminação e a prática de atos de preconceito em geral são considerados crimes. Entretanto parece que muitos não sabem disso, ou até sabem, mas não pensam no que abalam a sociedade com esses atos.
Manchetes de jornais relatam: “homem negro sofre racismo em loja”, “rapaz homossexual é espancado na rua”. E a própria linguagem do dia a dia de associar negro (ou no caso a cor preta) a coisas ruins: “a coisa está preta”, “só podia ser preto”. Nessas frases se repete: negro é ruim, negro não é humano, negro faz coisas erradas.
Então ocorrem agressões físicas, psicológicas, atentados e muitas vezes chegando em assassinato; sem nenhum motivo lógico.
Cresce o número de homossexuais, mas, porém não se mudou o pensamento de intolerância, o processo de inclusão do diferente em uma sociedade é lento, prova disso é a existência até hoje de preconceito racial, mesmo após centenas de anos de abolição.
Por mais que as pessoas tentem mudar em relação a esses atos, acredito que são estimulados por certos fatores, como a família, fatos que são mostrados a ela na televisão...
Por isso vejo a importância dos educadores buscarem conhecimentos sobre a referida demanda e acima de tudo não deixar de reconhecer o seu papel que leva a uma sociedade a sua contribuição. E ao estado cabe ofertar formação continuada para os profissionais da educação acerca de temas que envolvam os direitos humanos.
Enfim cada pessoa pode fazer a sua parte, acabando com qualquer tipo de preconceito que sente, e discriminação, pois somos iguais, independente de raça, idade, condição social ou opção sexual.
É preciso aceitar e respeitar as diferenças, para um mundo mais justo e unido!


Link: https://www.youtube.com/watch?v=2q3cjZMZU6g



Link: https://www.youtube.com/watch?v=9CZceQqTUq0

Fonte:http://www.faroldenoticias.com.br/site/conego-torres-promove-ii-encontro-de-saberes-culturais-afro-brasileiros/negro/

Fonte:http://www.doistercos.com.br/aprovado-projeto-que-cria-centro-de-referencia-e-enfrentamento-da-homofobia-em-salvador/


Fonte:http://familiaecomportamento.blogspot.com.br/2012/09/criminalizacao-da-homofobia-e-suas.html

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Educação e Diversidades

Maria, Maria

Milton Nascimento

Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer
Do planeta
Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho, sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Fonte: http://letras.mus.br/milton-nascimento/47431/

   Link: http://www.youtube.com/watch?v=91OONh8fQsU

      Link: http://www.youtube.com/watch?v=T04jOLlL8EI
O filme retrata a história de uma criança de nome Maria José, uma criança nordestina, pobre, que deixa de estudar para trabalhar e ajudar nas atividades domésticas.
Enquanto trabalha Maria José cresce, casa, tem filhos e envelhece assim como sua mãe e gerações de mulheres de sua família.
Muitas crianças têm sua infância interrompida para ajudar a família a sobreviver. 
O objetivo do filme é nos mostrar que devemos dar sempre mais do que tivemos, para tentar construir um futuro melhor.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Ferramentas informacionais para educação e alfabetização: considerações acerca do uso dos blogs como tecnologia educacional


Blogs são parte de uma crescente conjunção de comunicação pessoal e ferramentas de gerenciamento de informação. Os blogs fornecem uma extensão infinita de histórias e links, disponibilizando novas possibilidades para a Internet como um espaço de retórica. Dessa maneira, possibilitam a formação de novas práticas culturais de comunicação on-line, em relação a modos previamente estabelecidos de propriedade, autoria e legitimidade de conteúdo e acesso à informação. Esse trabalho tem a intenção de explorar considerações sobre como os blogs podem ser uma importante adição para iniciativas de tecnologia educacional, já que promovem a alfabetização funcional através de narrativas, permitem aprendizagem colaborativa, disponibilizam acesso de qualquer lugar, em qualquer momento e permanecem intercambiantes entre disciplinas acadêmicas. 
A utilização de tecnologias educacionais possui uma dupla vantagem: ela pode promover os tipos de alfabetização tradicionalmente aplicados na aprendizagem, bem como a fluência digital necessária para se prosperar na Era Digital. 
Blogs representam um excelente meio para a alfabetização. Autores precisam ler e escrever exatamente como fariam em uma folha de papel, enquanto aumentam seu conforto e familiaridade com computadores e a Internet. 
Devido ao não requisito de conhecimento técnico excepcional, e ao mesmo tempo oferecendo a possibilidade de se aumentar perícia utilizando linguagens de programação na Web para personalização, os blogs se mantêm equitativos para todas as faixas etárias e ambos sexos, fornecendo ainda, um meio para aprendizado de habilidades programáticas. 
Blogs são um excelente meio para fundir narrativas e tecnologia educacional, dentro da sala de aula e através das cercanias da escola.
Devido seu formato ser semelhante a um diário pessoal, onde narrar sagas e eventos autobiográficos prevalece, blogs fornecem uma arena onde expressão e criatividade é encorajada. Seus links para outros blogs estabelecem os mesmo relacionamentos entre pares encontrados em mundos não-virtuais. Seu design indeterminado, onde o sistema é acoplado, é bastante intuitivo e fácil de aprender, simples para alunos e professores implementarem.
Estar situado dentro da Internet permite aos editores acessarem seus blogs em qualquer hora, de qualquer lugar onde houver uma conexão à rede, transformando-se em uma oportunidade de continuar o aprendizado mesmo distante da sala de aula.
Muitos alunos hoje em dia, regularmente enviam e-mails para seus amigos e familiares, conversam via mensagem instantânea, participam de jogos on-line e navegam a Web tanto quanto gerações anteriores liam jornais e revistas. 
Estudantes enxergam a Web como um lugar público, divertido, diferente dos espaços de composição escrita que encontram dentro das salas de aula. 
Reconhecendo isso, alguns professores de redação agora oferecem exercícios individuais ou projetos em grupo envolvendo hipertextos, como a produção de um blog, esperançosos de atingirem o senso de familiaridade dos alunos dentro de ambientes on-line, para que se possa estimular o investimento e o comprometimento na produção textual. 

Fonte: http://rabci.org/rabci/sites/default/files/blogs.pdf, acessado em 06/12/2013 às 16:20h.